sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Rogue One

Em uma guerra interestelar real a Estrela da Morte jamais destruiria um planeta!


Em Rogue One a construção da Estrela da Morte é concluída e o disparo inaugural é feito com apenas uma fração da capacidade total. Mesmo assim, uma cidade inteira foi cauterizada como se fosse uma pequena verruga... Como se tivesse sido atingida por um cometa!
Em um cenário real, esse pequeno disparo não só se pareceria com o choque de um cometa como causaria o mesmo efeito. Lançaria uma quantidade de destroços por todo o globo e causaria um inverno nuclear que duraria até dois anos, matando todos os seres fotossintetizantes. Logo, toda a vida contida no astro alvejado. Mas a vida pode voltar a se instalar depois que a poeira baixar e os raios solares puderem atingir a superfície novamente. Em fim. Esse pequeno disparo serviria como um botão "reiniciar". Assim o planeta poderia ser aproveitado com zero rebeldes!
A final, planetas na zona habitável são peças raras. E todos os planetas da republica estão localizados nesta zona, em seus respectivos sistemas estelares.
Zona Habitável é a distancia na qual um astro deve orbitar uma estrela de maneira que haja água no estado liquido. É uma faixa bem estreita. Um pouco mais longe a água fica dura como pedra. E um pouco mais perto a água jamais fica no estado liquido e pode até ser varrida pelo vento solar. Sem água no estado liquido não há vida...
Recursos e territórios sãos os verdadeiros motivantes para uma guerra. Religião, ideologia e coisas do gênero não passam de pretextos. Tudo o que se deseja destruir são os rivais e nãos os recursos deles. Dominar e assimilar territórios é o que fortalece uma nação. Em Star Wars os planetas são territórios, ricos em recursos para a expansão. Seria totalmente irracional destruir um planeta inteiro. Uma coisa doentia!
Talvez seja justamente essa a mensagem que o autor da história queira nos passar. Um repudio tão grande capaz até de destruir o que se poderia aproveitar para si mesmo.



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