quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Querida, encolhi as crianças.

O filme é baseado em um fato real!
O cientista maluco Wayne Szalinski (Rick Moranis) estuda como reduzir o tamanho dos objetos com uma máquina encolhedora. O invento seria muito útil, por exemplo, para o setor de transportes.
E o fato real citado por Szalinski é sobre o grande vazio que existe entre o núcleo do átomo e a eletrosfera. 

Se um átomo fosse do tamanho do Maracanã, seu núcleo seria um grão de areia no centro do gramado. E os elétrons, seriam grãos de poeira na arquibancada. Então todas as coisas do universo, por mais maciças que pareçam, são compostas por um monte de nada. Então, na cabeça de Szalinski, a questão é simples. Basta aproximar a órbita dos elétrons para economizarmos espaço.

Se isso fosse possível, Szalinski continuaria sendo apenas mais um acadêmico pobre como outro qualquer. Pois o número de prótons, nêutrons e elétrons se conservariam. Logo a massa atômica também se manteria a mesma. As crianças manteriam seus respectivos pesos a pesar do tamanho reduzido.
Sobraria espaço em caminhões e navios de carga. Mas não seria possível transportas muito mais mercadorias por viagem. Pois o peso da carga quebraria o eixo de qualquer caminhão e afundaria qualquer navio.
As crianças não poderiam montar em formigas e muito menos em abelhas. Szalinski não aguentaria o peso de seu filho na colher de sopa. 
No final do filme a operação oposta é feita com um peru. E ai sim! A mesa aguentaria o peso da ave gigante. Pois seria o mesmo apesar do volume maior. E teria a mesma quantidade de calorias. O que significaria que o cientista maluco não ficaria rico com transportes e sim com alimentos diet.

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