As nuvens de informações serão matéria prima para elaborar a primeira consciência eletrônica!
Um jovem profissional é escolhido para interagir com uma simulação humana. Ele participa de sessões com uma personificação tecnológica de uma jovem mulher.
Suas convicções começam a mudar diante do grau de realidade experimentado. E adiante descobrirá qual é o verdadeiro objetivo da experiência.
Seu chefe apresenta o tipo de hardware que funciona como cérebro. É algo capaz de portar a plasticidade entre o caótico e o padronizado. Ele diz isso comparando tal aparato eletrônico ao humano.
Explica ainda que o volume inserido tem como base uma fonte inesgotável de informações. A rede mundial de computadores!
Milhões de horas de vídeo-conversações são utilizadas como base para a simulações vocais e faciais.
O jovem desconfia que seu superior não tem sido totalmente honesto quanto aos reais propósitos para o hospedar em sua casa.
Logo se aproveita das bebedeiras do chefe para vasculhar a casa em acaba descobrindo algo bizarro!
A secretária revela-se um ciborgue similar ao que veio conhecer.
Ver a mulher arrancar a pele foi algo atormentador. O jovem tem delírios e chega a pensar que talvez seja mais um entre os robôs de seu chefe!
No final, os humanos envolvidos não são capazes de conter esta nova forma de vida. E AVA, a máquina, entra anônima no mundo humano.




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