O uso do poder por motivações pessoais!
Menelau, rei de Esparta, tem o orgulho ferido quando sua esposa Helena é roubada pelo príncipe troiano Páris. Ele recorre a seu irmão, Agamenon, para juntar um grande exército e conseguir vingança.
Não só em vantagem pelo maior numero de guerreiros, os gregos contam também com a colaboração de Aquiles (Brad Pitt) e seus mirmidões.
Os gregos e troianos haviam acabado de assinar um tratado de paz. O rumo de suas histórias excluiria batalhas sangrentas por tempo indeterminado. A relação certamente promoveria maior prosperidade para ambas as nações. Mas tudo vai por água abaixo pelo egoísmo de Páris.
No futuro, os presidentes, primeiros ministros e até reis das atuais nações não serão apontados como os lideres, tais como eram os reis na época da antiga Grécia. A pesar de estarem encarregados da gestão de grandes nações, são apenas diplomatas globais intermediários entre os verdadeiros reis do nosso mundo atual.
Para um herdeiro ou outro tipo de sucessor contemporâneo, as grandes conquistas que tornaram um negócio como ele é hoje geralmente não tem o mesmo significado que tinha para seu idealizador. Os valores originais que tudo tornaram possível se evaporam, permitindo que a gestão de uma empresa tome rumos motivados por outros anseios. Inclusive no âmbito pessoal. O uso de poder ganha novos critérios.
Talvez os filmes de época nos ceguem um pouco quanto a grandeza do mundo contemporâneo. Embora os subordinados de um "reino" não morem juntos nas mesmas vilas ou palácios, compõem juntos um complexo aglomerados de seres humanos trabalhando segundo as determinações de um "rei".
Hoje em dia, existem várias empresas cujo numero de colaboradores ultrapassam o numero de subalternos de vários reinos do passado. Por isso, na prática há ainda verdadeiros reis entre nós. E suas decisões e vontades andam de mãos dadas.

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