segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

The Congress - O Congresso Futurista 2014

A industria cinematográfica influi personalidades!


Roupas, cortes de cabelo, maneiras de pensar e jeito de falar. Homens, mulheres, velhos, adolescentes e crianças absorvem aspectos de quem fantasiam ser. 


Exemplo:

Se você vir na Avenida Paulista um jovem adulto usando coturnos e uma camiseta com a estampa de Che Guevara, é bem provável que este não só pense, como também partilhe com amigos desejos de fazer uma revolução. Fumam e bebem enquanto condenam a sociedade por cima e por baixo. Parecem querer contextualizar algo descontextualizado. Parecem querer enxergar apenas o que querem enxergar sobre a sociedade.  

Independente de concordarmos ou não com as ideias dele, Che é uma celebridade e influencia pessoas até hoje. E é fato que sua imagem foi novamente propagada com filmes recentes sobre sua vida.

Ou então:

A vaidade exagerada de algumas mulheres em ambiente de trabalho. Preste bem atenção e talvez consiga notar alguma semelhança com alguma personagem ou celebridade. Talvez até ouça ela se equiparar a quem admira ao comentar sobre seu próprio cabelo, bota ou cor de batom.

O efeito do reflexo na própria imagem:

As pessoas se fazem parecer com quem gostariam de ser até que notemos isso sem elas dizerem nada a respeito. Até que fique evidente a semelhança a ponto de comentarmos com ela. Mas querem que tudo pareca algo natural e espontâneo. Querem que você note a semelhança como se na verdade o determinado personagem tenha coisas parecidas com ele/ela e não o contrário. E para mim isso é a prova máxima do quanto esse alguém quer incorporar um ídolo.

Em um determinado momento do filme The Congress, as pessoas podem assumir a forma de quem gostariam de ser após inalar uma droga. Jesus, Elvis Presley, Michael Jackson, Marlim Monroe e outros. 

Preste atenção e notará isso todos os dias fora da ficção. Ou talvez você esteja agora mesmo refletindo sobre o quanto tenta se parecer com alguém, em segredo. E não há nada de errado nisso. Pode ser até benéfico se você souber copiar o que há de bom e de melhor em seu ídolo. E então, você passará a transmitir algo bom.


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